Um pouco sobre anestesia

Esse blog foi criado pelo motivo que eu, Fabio Mucci Ferreira, estou fazendo um trabalho para minha escola chamado Projeto de Pesquisa. Nesse trabalho tenho que fazer uma pergunta investigativa e responde-la durante o trabalho. A minha pergunta investigativa é: quais são os principais tipos de anestesia e quais são suas características.

Eu ainda estou trabalhando no blog corregindo alguns erros, colocando imagens e aumentando o conteúdo. Os * indicam que a parte precisa ser revisada ou precisa aumentar o conteúdo.

Este é um pequeno texto que eu fiz que explica um pouco sobre a anestesia, a ação do anestiologista e os principais tipos de anestesia.

https://i1.wp.com/www.nosralla.com.br/portal%20nosralla/odontologia/images/imagemanestesi.jpg

– retirada do site: http://www.nosralla.com.br/portal%20nosralla/odontologia/images/imagemanestesi.jpg

– Anestesia:

Anestesia é fazer com que o organismo animal para de ter sensibilidade. Para parar de sentir dor a anestesia faz com que o organismo perca parcialmente a sensibilidade ou toda ela. Para fazer com que não haja mais essa sensibilidade, as substancias que estão presentes na anestesia fazem com que as mensagens de dor, que são enviadas pelos neurônios, não cheguem ao cérebro, interceptando essas mensagens.

Há dois tipos de fenômenos que fazem a anestesia aparecer. Um deles é o fenômeno espontâneo* que não é usado na medicina. O outro é o fenômeno terapêutico que é usado na medicina. Esse fenômeno terapêutico é artificial, ou seja, é feito em laboratórios por processos químicos e depois divididos em diferentes grupos.

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– Anestesiologista:

 O anestesiologista tem o trabalho de avaliar a profundidade da anestesia através de uma série de sinais. Os principais são: reflexos palpebrais, ciliar e córneo; movimentação dos olhos; profundidade, ritmo e freqüência dos movimentos respiratórios; comportamento da pressão arterial e do pulso; e tono muscular.

Para cirurgias de longa duração e uma grande quantidade de crirugias em sequência os músculos devem estar relaxados. Para eles ficarem relaxados é necessário o uso de relaxantes musculares como: a di-alil-nor-toxiferina, a d-tubo-curarina, a succinilcolina, a galamina, o pancurônio e outros. Alguns desses relaxantes são retirados de plantas achadas na Amazônia. Esses relaxantes não têm efeito anestésico, porém precisam ser utilizados para que a anestesia seje mais eficaz.* Alguns desses relaxantes são absorvidos pelo próprio corpo e outros têm de ser retirados por meio de produtos pelo anestesiologista.*

– Anestesia Geral:

Existem três tipos de anestesia geral: a endovenosa, intramuscular* e inalatória.

Endovenosa – é conseguida através de drogas como propanindida, a quetamina, diazepínicos, neurolépticos e analgésicos potentes. Esse tipo de anestesia faz com que o paciente fique sem ter nenhuma sensibilidade. *Esse processo é seguro, faz com que o paciente não tenha nenhum desconforto e nenhum mal-estar, porém ela só é usada em cirurgias de curta duração. Caso a cirurgia seja longa precisa de auxilio de outros analgésicos inalatórios.*

Inalatória* – é obtida através de agentes gasosos, como ciclopropano e protóxido de nitrogênio. Essas substâncias são armazenadas em torpedos que suportam pressões elevadas e líquidos voláteis, principalmente halotano éter, metoxifluorano e tricloretileno.

Todos os anestésicos gerais sempre têm seu lado ruim, que faz com que limite o seu uso. Alguns exemplos de anestésicos são: o ciclopropano, óxido nitroso, tricoletireno e éter.

Óxido nitroso

Não aceita oxigênio em concentração elevada

Ciclopropano

Nunca pode ser usado perto de certas drogas e ele é explosivo não podendo ser utilizado perto de equipamentos eletrônicos.

Tricoletireno

Não pode ser usado em ambientes fechados por causa do gás carbônico.

Éter

                                               

Efeitos colaterais como secreções abundantes, sensações desagradáveis e náuseas pós-operação.

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– Anestesia Local

 A anestesia local é para neutralizar porções pequenas do corpo. Os anestésicos locais mais usados são: a prilocaina, a marcaina, a lidocaina, a tetracaína e a novocaina. Alguns desses anestésicos tem a possibilidade de neutralizar mucosas e são utilizados principalmente no esôfago, na traquéia, na uretra etc.

– Anestesia Regional

A anestesia regional é utilizada para neutralizar porções maiores do corpo. Os anestésicos usados nesse tipo de anestesia são os locais, já citados. Os principais tipos de anestesia regional são a raquianestesia, a anestesia peridural, os bloqueios de plexos nervosos e a anestesia endovenosa regional.

A raquianestesia consiste pelo bloqueio das raízes de nervos por meio de drogas anestésicas locais. O agente se funde com o liquido cefalo-raquidiano e profuz a interrupção dda transmissão nervosa, acabando com o tato, dor, temperatura e motora (impossibilitando a movimentação dos músculos). A raquianestesia é indicada para operações do abdome para baixo.

A peridural é feita no local peridural (ao redor da dura-máter) e pode ser executada desde a região do pescoço até a sacra, podendo se chamar de epidural sacra ou caudal. Esse tipo de anestesia é muito eficaz podendo manter a duração anestésica por horas ou dias. E ela é utilizada para anestesia que os a anestésicos comuns não podem aliviar a dor como acontece durante o parto, por exemplo.

Entre os bloqueios dos plexos nervosos, o mais utilizado é o do plexo braquial, conseguido pela introdução do anestésico local dentro da bainha nervosa*, por via supraclavicular ou axilar. É comum usar para cirurgias nos membros superiores.

A anestesia endovenosa regional é feita pela introdução de anestésico em qualquer região do corpo. Para que funcione a anestesia precisa de uma corda de borracha que é amarrada em volta do lugar para segurar o liquido injetado. Com isso a anestesia pode durar o tempo que precisar e só acaba o efeito dela quando a corda de borracha é retirada. Ela é utilizada em operações como redução de fraturas, extração de unhas, sutura de tendões, amputações etc.

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– as informações foram retiradas da barça edição de 2005.

 

~ por Fabio Mucci Ferreira em 29/04/2009.

Uma resposta to “Um pouco sobre anestesia”

  1. Nossa Fábio, parabéns!
    Fico feliz por você!

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